Todos nós somos contra a guerra, pois ao final, não se pode lucidamente dizer, em qualquer guerra, que algém tenha saído vencedor. Com a guerra todos perdem.
A notícia do momento é a guerra no Oriente Médio, mais precisamente, a incursão israelense na Faixa de Gaza.
O que num primeiro momento é uma crise interna, transforma-se em conflito mundial.
Tão logo os palestino da Faixa de Gaza são atingidos, a comunidade árabe, seguida de imediato por nações anti-americanas, daí por povos islâmicos e comunistas, movimentos não governamentais, que dizem, DIZEM, estar a serviço da paz, todos se envolvem de alguma forma.
Israel passa então a ser vista como uma nação dominadora, cruel, que atira e mata "criancinhas".
Entretanto a coisa não é tão simples assim...
O conflito na Palestina, leia-se árabe-israelense, pode, simplificandamente ser traduzido como uma questão de família.
Os povos daquela região, por mais que não queiram, não aceitem, não divulguem, não seja interessante, são de uma mesma raiz. Todos são descedentes de Abraão.
Transmite-se ainda esta linhagem sanguínea para o campo da religiosidade, já que as três grandes religiões monoteístas se auto-proclamam descendentes de Abraão.
Na Bíblia, quando Deus faz o chamado a Abraão, Ele promete que sua descendência será como areia da praia e as estrelas do céu.
Todos os filhos de Abraão, dada à sanguinidade dos povos, são oriundos da Mesopotâmia, já que Abraão era de Ur dos Caldeus (Caldéia), mais ou menos a região próxima onde hoje temos o Iraque. Considerando que Abraão é o pai, significado inclusive de seu nome, de Israel, todos os seus filhos possuem, por assim dizer, dupla nacionalidade.
O primogêmito de Abraão, Ismael, era, além desta origem, era filha de uma egipícia, Hagar, logo, também era egípicio;
Seu segundo filho, Isaque, era filho de Abraão com sua meia irmã e foi o primeiro herdeiro do patriarcado sobre a nação de Israel.
Depois destes, Abraão teve outros filhos e filhas, que se tornaram príncipes e princesas, sendo chefes de muitos povos (nações árabes na sua quase totalidade).
Entre Ismael e Isaque particularmente, ocorreu o primeiro grande conflito entre os ancestrais do povo judeu e palestino.
A seguir, os filhos de Isaque, Esaú e Jacó, também foram protagonistas de grande conflito e rivalidade.
Não foi diferente com os filhos de Jacó, que se levantaram, dez contra um, no caso, José, o escravo do Egito.
Este conflito, arrastou-se pela história bíblica, adentrou a história medieval e se demonstra sempre presente.
Sucessivamente, se estendeu por milhares de anos, até os nossos dias e somente terá um fim, quando o fim chegar.
Vê-se claramente que este conflito é antigo e remonta à questões famliares e religiosas, daí tanta polêmica, intolerância e insolubilidade.
Mais precisamente, quanto a este conflito atual, Israel, desde a conquista de Canaã, são os legítimos senhores daquela terra.
Esquecem-se os anti-americanos e anti-sionistas, que Israel, foi perseguido por Nabucodonor da Babilônia, Dario o persa, Antíoco Epifânio, Césares romanos, as Cruzadas, a Inquisição, o Holocausto, apenas para citar alguns.
A mídia faz questão de mostrar crianças sendo atingidas, e isto é realmente triste. Não mostram porém, muitas crianças que são usadas como escudos pelos terroristas, sim, pois o Hamas e o Hesbolah, entre os outros, são habituais em práticas terroristas.
Não mostram que muitas destas crianças se transformam em homens e mulheres bombas.
Também a mídia divulga que Israel atingiu construções e alvos civis, mas não mostram que os morteiros (foguetes) palestinos são praticamente autodesmontados, daí a razão de não serem encontrados nos alvos atingidos por Israel, pois os mesmos são usados em diversos lugares num mesmo dia.
Porque a mesma mídia não divulga que o lugar mais sagrado para os judeus, o Monte do Templo, é sede da Mesquita de Al-Aqsa, quando deveria ser o lugar de adoração do povo de Israel. Afinal, o Templo é muito mais antigo que qualquer Mesquita ou Igreja que venham estabelecer naquele lugar.
A intrânsigência dos palestinos é demosntrada pelo fato de não aceitarem o plano de partilha da "terra" por parte da ONU, partilhaesta que previa dois Estados: um judeu e um palestino.
Os palestinos árabes, apoiados por Egito, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque iniciaram um conflito para tumultuar o processo, invadindo e atacando bairros e cidades dos judeus.
Mais uma vez a intransigência dos palestinos é demonstrada quando lembramos que o primeiro ministro Ariel Sharon determinou a retirada da Faixa de Gazaem agosto de 2005 e que a ANP assumiu o controle, sendo imediatamente, "destituída" pelo Hamas que passou a utilizar dos morteiros (mísseis caseiros) contra Israel a partir da Faixa de Gaza, interrompendo o processo de paz.
Recentemente, em agosto de 2008, Israel libertou 199 presos palestinos, o que gerou polêmica dos dois lados.
Agora, porque Israel não tem o direito de se defender? Contra a guerra sim, inclusive contra Israel.
Desejam a mídia, os anti-americanos, anti-sionistas e simpatizantes a destruição de Israel?
Infelizmente, para estes, cabe lembrar que quem lutar por Israel, não é o seu exército, pois o próprio Deus cuida em preservá-los, como diz a Bíblia, Israel é a menina dos olhos de Deus:
"Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o Senhor por eles peleja..." (Êxodo 14:25).
"Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará. Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda..." (Salmo 121:3-5).
Apenas por curiosidade, observem o "tamanho do gigante Israel" em qualquer mapa.